Agora custando R$ 1.149, será que o Quantum Fly vale a pena?

Desde sua estreia em 2015, a Quantum nunca foi muito de baixar os preços de seus smartphones, talvez por uma estratégia de fortalecimento da própria marca. Por isso mesmo, me chamou atenção o fato do melhor aparelho da empresa ter caído recentemente de 1.299 para 1.149 reais.

Com a concorrência cada dia mais acirrada entre os aparelhos na casa dos R$ 1.000, surge a questão: será que com preço mais atraente o Quantum Fly vale a pena frente aos rivais?

Vou tentar responder essa pergunta logo após a imagem.

Quantum Fly vale a pena

Recentemente a fabricante brasileira Quantum começou a vender seus smartphones nas principais lojas do varejo – Extra, Riachuelo, Saraiva, Walmart, Carrefour, Shoptime, Americanas, Submarino, Casas Bahia, Extra e Ponto Frio –,  ampliando bastante sua presença no país.

Com isso, a marca começou a chamar a atenção de muita gente que só olhava para as marcas mais populares (Samsung e Motorola), especialmente com seu aparelho mais poderoso (e bonito), o Quantum Fly.

O modelo que já possuía atributos suficientes para se destacar frente a concorrência recebeu um “empurrão” extra com sua queda de preço, e agora está mais atraente que nunca.

Mas será que ele é realmente a melhor opção do momento? Vamos analisar ponto a ponto.

quantum-fly-preco

Preço

Apesar de ser o top de linha da marca, em termos de especificações e preço o Quantum Fly se encaixa melhor na categoria dos intermediários premium, concorrendo diretamente com o Moto G5 Plus e o Samsung Galaxy J7 Prime.

Com sua queda de preço recente o aparelho passou a ficar exatamente “no meio” dos dois concorrentes, sendo o G5 Plus mais caro – por R$ 1.349, e o J7 Prime mais barato – já aparecendo em algumas promoções por R$ 1.055.

Performance

O aparelho é equipado com o chipset Helio X20 deca core da MediaTek – que se destaca pelo baixo consumo de energia e alta performance, e conta com os mesmos 3 GB de RAM e 32 GB de armazenamento do Galaxy J7 Prime.

No papel tudo muito parecido, mas nos testes de performance, quanta diferença! Veja:

O Moto G5 Plus foi até bem valente com os seus apenas 2 GB de RAM, mas mesmo assim ficou bem atrás do Fly. Ponto para a Quantum!

Câmera

Várias análises apontam que o grande ponto fraco do Quantum Fly é sua câmera – como é o caso da publicada pela Bia Kunze, no Garota Sem Fio. E os testes não mentem: o aparelho se aproxima dos resultados pouco empolgantes do J7 Prime, e fica bem atrás de seu concorrente direto da Motorola.

Sendo assim, se sua prioridade é a qualidade da câmera, vá de Moto G5 Plus.

Fonte da imagem: Gadgets 360
Galaxy J7 Prime: cores desbotadas e muito ruído. Fonte da imagem: Gadgets 360
camera quantum fly
Quantum FLY: mesmos problemas do J7 com um extra – o foco. Fonte da imagem: Garota sem fio.
Moto G5 Plus: bons resultados mesmo com pouca luz. Fonte da imagem: Tudocelular.
Moto G5 Plus: bons resultados mesmo com pouca luz. Fonte da imagem: Tudocelular.

O interessante é que a câmera frontal do Quantum Fly se sai muito bem, inclusive superando estes mesmos concorrentes nas selfies.

Ou seja, dependendo de qual câmera você utiliza com mais frequência, ele pode sim ser uma boa escolha.

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